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O Ego

O “ego” é a sensação de ser uma entidade autônoma separada, com a sensação de “ser aquele que faz” pessoal. Essa sensação de separação é criada pela Consciência Impessoal, como a Fonte, identificando  Ela Mesma com um organismo corpo-mente específico e um nome.

É o ego que vive uma vida diária separada em relacionamento com o “outro” ego.

O que é o mais importante de se saber é que a entidade individual vivendo a sua vida diária não tem um ego: ela É o ego. Portanto ao ser dito que a liberação significa o fim da separação, o fim do ego é absolutamente sem sentido.

Mesmo após a total liberação o sábio continua a viver como a mesma entidade separada, respondendo quando o seu nome é chamado.

Portanto, claramente, a iluminação não pode significar o fim do ego. A questão pertinente é: o sábio continua a viver como o ego e o homem comum vive como um ego; qual é a diferença entre o ego do sábio e o ego do homem comum?

A resposta é que no ego do sábio a sensação de “ser aquele que faz” pessoal foi desarraigada. Ele acredita totalmente que tudo o que acontece no mundo é um acontecimento de acordo com a Vontade de Deus ou Lei Cósmica, e que o ser humano é incapaz de fazer qualquer ação.

O resultado dessa compreensão é que o sábio não carrega nenhuma carga de culpa e vergonha pelas suas próprias ações, nem nenhum ódio pelo “outro” pelas ações desse último. Isso significa “paz mental”, a felicidade última que o ser humano pode querer.

Isso significa estar conectado à Fonte continuamente sem a conexão jamais ser quebrada.

Uma vez que o corpo está morto, o ego não é mais necessário e a consciência identificada ganha novamente a sua impessoalidade.

 

(do livro “Celebrate the Wit & Wisdom”).

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